Processadora Olympus CV-160 ao Melhor Preço com Garantia, Pronta Entrega e Parcelamento. Opção de Sistema Completo. Peça Agora a Sua.

Produtos Por Fabricante

Olympys Endoscopia Aparelho Endoscopia CV-160 Processadora Aparelho Endoscopia Preço

  • Este campo é para fins de validação e não deve ser alterado.

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Processadora Olympus CV-160 ao Melhor Preço com Garantia, Pronta Entrega e Parcelamento. Opção de Sistema Completo. Peça Agora a Sua.

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Guia de Compra Sistema Endoscopia CV-160

O foco da Processadora Olympus CV-160 é médico que dispõe de pouco espaço para realização de endoscopias, daí ter reduzido em 35% o tamanho em relação à à processadora Olympus CV-140. A engenharia ergonômica visou o mesmo objetivo, o chamado design user friendly.

Transferência de imagens endoscópicas:

A Vídeo Processadora Olympus CV-160 vem com um terminal que possibilidade de transferência direta de imagens para o PC, através de software dedicado, fornecido pela própria fabricante.

 vantagem principal da Olympus CV-160 é a qualidade da imagem em determinados procedimentos, como as colonoscopias e a facilidade de manuseio dos gastroscópios, colonoscópios e demais endoscópios, tanto que muitos artigos científicos que podem ser pesquisados no Google Acadêmico têm o sistema Olympus CV-160 como aparelho de endoscopia protagonista do caso clínico. Informalmente, gastroenterologistas citam a preferência pelo fabricante Olympus como critério primeiro de escolha de seus endoscópios. O design friendly, ergonômico, também é citado pelos clínicos como critério positivo.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. Vão de uma EPX a outra. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

EPX-2200 versus aparelhos de endoscopia de fabricantes chineses

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante à processadora Fujinon EPX-2200 é a vantagem oferecida pelos representantes Huger e demais fabricantes aos médicos. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado. Diga-se que os fabricantes de endoscopia da China aportaram há poucos anos ano. É questão aberta, que só o tempo dirá. No mercado de imagens, há o exemplo da Mindray, marca chinesa que já abocanha boa parte dos aparelhos de ultrassonografia do mercado brasileiro. Seu atrativo maior: o preço.

Gastroscópio

GIF-100

GIF-130

GIF-140

GIF-160

GIF-1T100

GIF-1T130

GIF-1T140

GIF-1T160

GIF-1TQ140Y

GIF-1TQ160

GIF-2T100

GIF-2T160

GIF-E

GIF-E3

GIF-H180

GIF-N180

GIF-P140

GIF-Q140

GIF-Q145

GIF-Q160

GIF-Q160Z

GIF-Q165

GIF-Q180

GIF-V

GIF-V2

GIF-XP160

GIF-XPE

GIF-XQ140

GIF-XTQ160

Colonoscópio

CF-100Hi

CF-100HL

CF-100i

CF-100Ti

CF-100TL

CF-130i

CF-130L

CF-140i

CF-140L

CF-1T100i

CF-1T100L

CF-1T140i

CF-1T140L

CF-2T140

CF-2T160i

CF-2T160L

CF-H180Ai

CF-H180AL

CF-Q140i

CF-Q140L

CF-Q145i

CF-Q145L

CF-Q160Ai

CF-Q160AL

CF-Q160Di

CF-Q160DL

CF-Q160i

CF-Q160L

CF-Q160Zi

CF-Q160ZL

CF-Q165i

CF-Q165L

CF-Q180Ai

CF-Q180AL

CF-Vi

CF-VL

PCF-100

PCF-130i

PCF-130L

PCF-140i

PCF-140L

PCF-160Ai

PCF-160AL

Broncoscópio

BF-160

BF-1T160

BF-3C160

BF-MP160F

BF-P160

BF-Q180-AC

BF-XP160F

BF-XT160

Duodenoscópio

JF-100

JF-130

JF-140F

JF-140R

JF-V2

PJF-160

TJF-100

TJF-130

TJF-140F

TJF-140R

TJF-145

TJF-160F

TJF-160R

TJF-160VF

Enteroscópio

SIF-100

SIF-100L

SIF-Q140

Sigmoidoscópio

CF-100S

CF-130S

CF-140S

CF-P20S

CF-Q160S

Set Up Básico do Sistema Olympus CV-160:

> Gastroscópio GIF-160,
> Colonoscópio CF-Q160,
> Fonte de Luz CLV-160
> Vídeo processadora CV-160

> Saída de Vídeo: VBS composto, Y/C, RGB, inclusive de forma simultânea
> Ajuste do branco: botão frontal no painel que regula automaticamente os tons de branco
> Padrão saída de cor: ajustável digitalmente através do "Color Bar" no teclado
> Porta de Comunicação Digital: Ethernet (100 BASE-TX)
> Controle de ganho automático de imagem: é possível ampliar eletronicamente a imagem quando a luz é inadequada na videoscopia distal
> Ajuste dos tons de cor: CHROMA Control
> Saída do monitor: comporta tanto o endoscópio como também equipamentos auxliliares
> Peso: 6 Kg

Guia  Inicial de Compra Aparelhos de Endoscopia

1 > Defina o modelo e a fabricante do aparelho de endoscopia que deseja comprar

2 > Verifique se o fornecedor do aparelho de endoscopia à venda consegue oferecer uma ampla gama de serviços, consultoria na melhor escolha do equipamento, detalhes técnicos, manutenção de endoscópios e vídeo processadoras preventiva e corretiva etc.

3 > Verifique a REPUTAÇÃO DO FORNECEDOR via Reclame Aqui, referências de outros médicos que também compraram, garantias, endereço do fornecedor. Desconfie, e muito, de ofertas muito abaixo dos concorrentes sérios. As placas internas do aparelho, conexões, fibras, transformes podem ser de baixa qualidade.

4 > Opte sempre por equipamentos de endoscopia usados ou novos à venda de alta qualidade

5 > Analise o preço do aparelho de endoscopia, compare cotações

6 > O valor do aparelho de endoscopia deve ser considerado num todo, na relação custo benefício

7 > Faça sua aquisição com base no preço dos endoscópios, do sistema de endoscopia completo, garantia e prazos de pagamento

Os sistemas de endoscopia flexível, sejam para endoscopia alta, endoscopia baixa (colonoscopia) e/ou duodenoscopia são basicamente iguais entre si, falando-se das marcas e modelos correntes, tendo em vista que a única diferença é o preço do aparelho de endoscopia e a preferência do médico pelo fabricante Fujinon, Pentax ou Olympus. As três marcas disputam, inclusive, o mercado de equipamentos endoscopia digital, como por exemplo, o EPK-i Pentax.

Exemplo: O sistema de endoscopia Pentax com vídeo processadora EPK-1000 + vídeo gastroscópio EG-2970K + vídeocolonoscópio EC-3872LK tem o mesmo desempenho em termos de exames (endoscopia alta e endoscopia baixa “colonoscopia”) que o sistema de endoscopia Olympus composto por vídeo processadora CV-160, fonte de luz CLV-160, vídeo gastroscópio GIF-Q160 e vídeo colonoscópio CF-Q160L0 .

Também é verídico dizer que o sistema de endoscopia Fujinon composto por vídeo processadora EPX-2200, vídeo gastroscópio EG-250WR5 e vídeo colonoscópio EC-250HL5 se equivale aos outros dois sistemas descritos acima, sendo esses três, basicamente os líderes de mercado e de uso nas clínicas de endoscopia alta e endoscopia baixa.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. Vão de uma EPX a outra. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

EPX-2200 versus aparelhos de endoscopia de fabricantes chineses

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante à processadora Fujinon EPX-2200 é a vantagem oferecida pelos representantes Huger e demais fabricantes aos médicos. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado. Diga-se que os fabricantes de endoscopia da China aportaram há poucos anos ano. É questão aberta, que só o tempo dirá. No mercado de imagens, há o exemplo da Mindray, marca chinesa que já abocanha boa parte dos aparelhos de ultrassonografia do mercado brasileiro. Seu atrativo maior: o preço.

Limpeza dos equipamentos eletrônicos por técnico habilidade

Desobstrução dos canais com ferramentas e técnicas referenciadas pelo fabricante

Completa revisão e limpeza dos tubos e canais endoscópios

Troca dos anéis de vedação, válvulas e recipientes de água

Auditoria e Reparação (se necessário) das Micro Câmeras CCD´s

Auditoria e Reparação(se necessário) de processadoras de imagem

Auditoria e Recondicionamento (se necessário) da ponta flexível

Auditoria e Reparação(se necessário) do sistema de angulação

A história da endoscopia é o casamento da técnica não médica com a medicina. A maior parte dos avançados vieram pela incorporação de tecnologia presentes em outras áreas. Dos artesãos aos processadoras de imagem em ultra alta definição.

Primeiras Sondas Endoscópicas Usadas por Médicos

Ambroise Paré Médico Cirurgião Que Inaugurou o Exame Endoscópio Humano no Século XVI

Desde das primeiras obstruções esofágicas, o homem primitivo buscou aparelhos para retirada de corpos estranhos no aparelho gastrointestinal. Sem lente, o vidro seria descoberto milhares de anos depois, nossos antepassados provavelmente utilizaram pinças endoscópicas para salvar seus pares.

O objetivo era encaminhar o corpo estranho ao natural percurso, esôfago abaixo.

Fabricius de Aquapendente e Ambroise Paré, no século XVI, utilizaram velas de cera, tubos feitos de couro, varetas de salgueiro revestidas com intestino e até penas de cisne. Paré é o pai de medicina de guerra e revolucionou a traumatologia.

Estas sondas evoluíram com o tempo, passando da ogiva de chumbo (século XVII) às pinças em formatos curvos ou em guarda-chuva (século XIX). A morte era comum, como em toda medicina intervencionista pré Pasteur e antibióticos.

Vídeo Endoscópio Usado Atualmente: 200 anos de evolução

Philip Bozzini - Inventor do Endoscópio Moderno e o Seu Endoscópio

O aparelho utilizado atualmente para estudo do trato gastro-intestinal (o vídeo-endoscópio) é fruto de quase 200 anos de evolução tecnológica.

As quatro fases dos aparelhos de endoscopia

> Endoscopia rígida (1809 – 1932)
> Endoscopia semiflexível (1932 – 1958)
> Endoscopia com fibras ópticas (1958 – 1981)
> Endoscopia eletrônica (1981 – presente)

De Bozzini à Endoscopia Digital

Historiadores médicos apontam Bozzini (1809) como o primeiro a considerar a possibilidade de um exame endoscópico do esôfago. Utilizando um espelho na garganta, é provável que ele não tenha visto nada além do esfíncter cricofaríngeo.
.
Vários modelos de fórcipes se sucederam, desenvolvidos por Voltolini (~1860), Semeleder e Stoerk (1866), Bevan e Waldenburg (1868).

Durante a era da endoscopia rígida dois obstáculos logo se apresentaram : o trato gastro-intestinal é escuro e não linear.

Endoscópios Semi-Flexível

A primeira esofagoscopia como a conhecemos hoje, isto é, a passagem de um tubo com iluminação para o esôfago, foi realizada pelo Professor Kussmaul de Freiburg em 1868. Ele utilizou o cistoscópio desenvolvido por Désormeaux em Paris, tendo aumentado o comprimento deste.

Os primeiros exames foram realizados em um engolidor de espada, e apesar deste ter tolerado bem o exame o resultado foi frustrante pois a iluminação era muito fraca.

Com a introdução da lâmpada elétrica de Edison (1878) a endoscopia evoluiu rapidamente.

Fonte de Luz

Um dos primeiros instrumentos a incorporar uma iluminação distal foi desenvolvido por Mikulicz ainda no século XIX. Os primeiros 30 anos do século XX foram marcados por aprimoramentos na forma do tubo, na articulação das lentes e na iluminação.

A endoscopia semi-flexível evoluiu com o trabalho conjunto de Georg Wolf (um fabricante de instrumentos de Berlin) e Rudolph Schindler, apresentado em 1932.

O endoscópio podia ser parcialmente flexionado na introdução, mas uma vez no estômago precisava ser retificado para acomodar as 50 ou mais lentes empregadas. Sua iluminação era fornecida por uma lâmpada de tungstênio alojada na extremidade distal do aparelho, sendo que a maior parte da energia luminosa era perdida ao percorrer suas diversas lentes. Esforços para aumentar o rendimento luminoso da lâmpada levaram à uma maior produção de calor e consequentemente a queimaduras gástricas.

O sistema endoscópio alemão de então demandava um bom treino para seu manuseio, assim como um bom assistente e uma anatomia favorável. Mesmo assim o estudo da mucosa gástrica era restrito (áreas cegas), o duodeno não era atingido, a documentação fotográfica não era possível, e a realização de biópsias só foi implementada em uma modificação posterior.

A fibroscopia óptica foi apresentada por dois artigos da Revista Nature de Janeiro de 1954. A partir destes trabalhos de Hopkins e Van Heel, o Professor Basil Hirschowitz (juntamente com Curtiss e Peters) da Universidade de Michigan iniciou o desenvolvimento do gastrofibroscópio.

Gastrofibroscópio

Em 1957 estava pronto um protótipo, o qual foi utilizado pelo Dr. Hirschowitz para estudar seu próprio estômago. Pouco depois realizou o primeiro exame em um paciente, sendo o aparelho descrito ainda em 1957 em um artigo da University of Michigan Medical Bulletin. O projeto foi aprimorado e comercialmente implantado pela American Cystoscope Makers, Inc. (ACMI, New York), sendo que o primeiro aparelho foi lançado no outono de 1960. O primeiro trabalho reportando o uso clínico deste novo e revolucionário endoscópio saiu na Revista Lancet de Agosto de 1963.

Fabricantes de Endoscópios Japoneses - A evolução

Era um instrumento muito diferente daquele que hoje dispõem milhares de serviços de endoscopia digestiva pelo mundo. Inúmeros aperfeiçoamentos foram somados ao longo dos anos, muitos deles pela indústria japonesa (Olympus, Machida, Pentax, Fujinon), que até pouco tempo dominaram o mercado.

Só agora, anos últimos 10 anos, é que os aparelhos de endoscopia Huger e outros chineses fabricantes de endoscópios rígidos tornaram-se conhecidos da classe médico, sendo frequentes em Feiras, como a Hospitalar 2018.

Praticamente ⅓ do espaço destinado à vídeo cirurgia era ocupado por estandes de fabricantes de óticas, pinças e acessórios Made in China.

Aparelho Olympus EF tipo B - A revolução

Boyle e Smith com o CCD em 1969 e Olympus mostrando exame em 4K em telas enormes, maiores que as televisões que usamos em casa

Neste contexto, o ano de 1970 é tido como um marco da fibroscopia moderna. Foi o ano do lançamento do modelo Olympus EF tipo B - longo o bastante para atingir o duodeno e com dois comandos para movimentar a extremidade flexível, o que possibilitou pela primeira vez a realização de biópsias dirigidas.

A endoscopia eletrônica nasceu nos Laboratórios Bell da AT&T, onde em 1969 Boyle e Smith inventaram o CCD (charge-coupled semiconductor device). A eletrônica que vai à TV é a mesma que viaja ao escuridão de nossas cavidades.

Somente 10 anos após engenheiros da Welch Allyn conceberam o primeiro endoscópio eletrônico. Este aparelho foi apresentado à comunidade médica mundial em 1986, durante o Congresso Asiático Pacífico de Endoscopia.

Entretanto sua aceitação não foi unânime pois era muito calibroso e de difícil manejo. Logo após a empresa Olympus apresentou um endoscópio flexível mais fino e de fácil manejo, e o novo equipamento passou a substituir os fibroscópios em todo o mundo.

Estes aparelhos apresentam luzes sensitivas eletrônicas, têm aproximadamente 32.000 unidades de luzes sensitivas que transmitem um sinal eletrônico para um processador de vídeo e o direcionam para um monitor de TV (com cerca de 500.000 pontos de imagem).

Vantagens do Endoscópio com Fonte Luz

> Melhor imagem
> Facilidade de documentação (vídeo e fotos)
> Melhor postura do endoscopista com menor risco de contaminação por secreções
> Maior facilidade para o ensino em grupo.

No vídeo abaixo, um técnico desmonta e mostra como é internamente um endoscópio atual, no caso, um da marca Olympus.

 

Aparelhos para Endoscopia alta e baixa

Os aparelhos de endoscopia clínicos servem para diagnóstico da mucosa de todo o trato gastrointestinal dos seres humanos e também em animais, daí o termo e endoscópio veterinário , que, de fato, é o mesmo aparelho de endoscopia usado em pessoas. É com este equipamento que os médicos especialistas diagnosticam e fazem tratamento terapêutico das doenças gastrointestinais.

Tipos de endoscópios flexíveis por aplicação clínica

Fibroscópcios

Gastroscópios

Colonoscópios

Broncoscópios

Nasoendoscópios

Duodenoscópios

Enteroscópios

Fibroscópio

São os primeiros equipamentos de endoscopia alta e endoscopia baixa que foram lançados no mundo. São endoscópios flexíveis com visualização direta do médico através de sua lente, ou então interação com micro câmeras.

Videoendoscópio

Trata-se da evolução da endoscopia flexível. Os videoendoscópios usam placas eletrônicas e câmera integrada que devem ser utilizados junto com vídeo processadoras que através de tratamento de luz, controle de contraste, conseguem trazer uma maior profundidade de campo e resolução nos procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Estrutura dos Endoscópios Flexíveis

Os endoscópios flexíveis à venda atualmente tem uma estrutura mecânica bastante fina e eletrônica através de captação de imagem via CCD (uma minúscula câmera na ponta) de altíssima definição para correta avaliação da mucosa em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). Basicamente a estrutura do endoscópio flexível é formada por tubo de inserção, tubo conector, canal de biópsia, canal de água e ar, manopla e ponta flexível.

Magnificação

Com a evolução da tecnologia, hoje já é possível ganhar um aumento da imagem de centenas de vezes em relação o tamanho real de uma lesão, com a magnificação ótica, (ou zoom ótico) nos endoscópios e colonoscópios eletrônicos

Tubo de inserção

É o tubo que é inserido no paciente, seja através da boca (na endoscopia alta) ou através do ânus (na endoscopia baixa, também conhecida como colonoscopia).

Tubo conector

É o tubo que se liga ao corpo do endoscópio flexível, sustentando suas principais estruturas de fibras e cabeamentos, levando e distribuindo luz e informações ao longo do equipamento.

Canal de biópsia

Esse canal é usado para realizar punções através de uso de pinça de biopsia durante o exame de endoscopia alta e/ou endoscopia baixa – colonoscopia.

Canal de água e ar

Utilizado para irrigações do endoscópio flexível, limpeza da lente frontal, jato de água e ar durante procedimentos de endoscopia para limpar a mucosa e obter uma melhor visualização.

Manopla

Utilizada em quatro posições para movimento da ponta do endoscópio: up (movimento acima), down (movimento abaixo), right (movimento para a direita) e left (movimento para a esquerda).

Ponta flexível

Movimentada através da manopla para que o médico possa visualizar o desejado em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa. Fica totalmente inserida no paciente nos segmentos gastro e colono.

Categorias

Fontes de Luz

Enteroscópio

Pentax

VSB-3430K

Olympus

SIF-100

Sigmoidoscópio

Fabricantes

Citoscópio

Pentax

ECY-1530

Esofagoscópio

Olympus

EE-1540

EE-1580

Nasoscópio

Olympus

VNL-1130

Guia  Inicial de Compra Aparelhos de Endoscopia

1 > Defina o modelo e a fabricante do aparelho de endoscopia que deseja comprar

2 > Verifique se o fornecedor do aparelho de endoscopia à venda consegue oferecer uma ampla gama de serviços, consultoria na melhor escolha do equipamento, detalhes técnicos, manutenção de endoscópios e vídeo processadoras preventiva e corretiva etc.

3 > Verifique a REPUTAÇÃO DO FORNECEDOR via Reclame Aqui, referências de outros médicos que também compraram, garantias, endereço do fornecedor. Desconfie, e muito, de ofertas muito abaixo dos concorrentes sérios. As placas internas do aparelho, conexões, fibras, transformes podem ser de baixa qualidade.

4 > Opte sempre por equipamentos de endoscopia usados ou novos à venda de alta qualidade

5 > Analise o preço do aparelho de endoscopia, compare cotações

6 > O valor do aparelho de endoscopia deve ser considerado num todo, na relação custo benefício

7 > Faça sua aquisição com base no preço dos endoscópios, do sistema de endoscopia completo, garantia e prazos de pagamento

8 > Não esqueça de itens essenciais, como armários e pistolas de limpeza de endoscópios em conformidade com a RDC da Anvisa

Os sistemas de endoscopia flexível, sejam para endoscopia alta, endoscopia baixa (colonoscopia) e/ou duodenoscopia são basicamente iguais entre si, falando-se das marcas e modelos correntes, tendo em vista que a única diferença é o preço do aparelho de endoscopia e a preferência do médico pelo fabricante Fujinon, Pentax ou Olympus. As três marcas disputam, inclusive, o mercado de equipamentos endoscopia digital, como por exemplo, o EPK-i Pentax.

Exemplo: O sistema de endoscopia Pentax com vídeo processadora EPK-1000 + vídeo gastroscópio EG-2970K + vídeocolonoscópio EC-3872LK tem o mesmo desempenho em termos de exames (endoscopia alta e endoscopia baixa “colonoscopia”) que o sistema de endoscopia Olympus composto por vídeo processadora CV-160, fonte de luz CLV-160, vídeo gastroscópio GIF-Q160 e vídeo colonoscópio CF-Q160L0 .

Também é verídico dizer que o sistema de endoscopia Fujinon composto por vídeo processadora EPX-2200, vídeo gastroscópio EG-250WR5 e vídeo colonoscópio EC-250HL5 se equivale aos outros dois sistemas descritos acima, sendo esses três, basicamente os líderes de mercado e de uso nas clínicas de endoscopia alta e endoscopia baixa.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. Vão de uma EPX a outra. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

EPX-2200 versus aparelhos de endoscopia de fabricantes chineses

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante à processadora Fujinon EPX-2200 é a vantagem oferecida pelos representantes Huger e demais fabricantes aos médicos. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado. Diga-se que os fabricantes de endoscopia da China aportaram há poucos anos ano. É questão aberta, que só o tempo dirá. No mercado de imagens, há o exemplo da Mindray, marca chinesa que já abocanha boa parte dos aparelhos de ultrassonografia do mercado brasileiro. Seu atrativo maior: o preço.

Limpeza dos equipamentos eletrônicos por técnico habilidade

Desobstrução dos canais com ferramentas e técnicas referenciadas pelo fabricante

Completa revisão e limpeza dos tubos e canais endoscópios

Troca dos anéis de vedação, válvulas e recipientes de água

Auditoria e Reparação (se necessário) das Micro Câmeras CCD´s

Auditoria e Reparação(se necessário) de processadoras de imagem

Auditoria e Recondicionamento (se necessário) da ponta flexível

Auditoria e Reparação(se necessário) do sistema de angulação

A história da endoscopia é o casamento da técnica não médica com a medicina. A maior parte dos avançados vieram pela incorporação de tecnologia presentes em outras áreas. Dos artesãos aos processadoras de imagem em ultra alta definição.

Primeiras Sondas Endoscópicas Usadas por Médicos

Desde das primeiras obstruções esofágicas, o homem primitivo buscou aparelhos para retirada de corpos estranhos no aparelho gastrointestinal. Sem lente, o vidro seria descoberto milhares de anos depois, nossos antepassados provavelmente utilizaram pinças endoscópicas para salvar seus pares.

O objetivo era encaminhar o corpo estranho ao natural percurso, esôfago abaixo.

Fabricius de Aquapendente e Ambroise Paré, no século XVI, utilizaram velas de cera, tubos feitos de couro, varetas de salgueiro revestidas com intestino e até penas de cisne. Paré é o pai de medicina de guerra e revolucionou a traumatologia.

Estas sondas evoluíram com o tempo, passando da ogiva de chumbo (século XVII) às pinças em formatos curvos ou em guarda-chuva (século XIX). A morte era comum, como em toda medicina intervencionista pré Pasteur e antibióticos.

Vídeo Endoscópio Usado Atualmente: 200 anos de evolução

O aparelho utilizado atualmente para estudo do trato gastro-intestinal (o vídeo-endoscópio) é fruto de quase 200 anos de evolução tecnológica.

As quatro fases dos aparelhos de endoscopia

> Endoscopia rígida (1809 – 1932)
> Endoscopia semiflexível (1932 – 1958)
> Endoscopia com fibras ópticas (1958 – 1981)
> Endoscopia eletrônica (1981 – presente)

De Bozzini à Endoscopia Digital

Historiadores médicos apontam Bozzini (1809) como o primeiro a considerar a possibilidade de um exame endoscópico do esôfago. Utilizando um espelho na garganta, é provável que ele não tenha visto nada além do esfíncter cricofaríngeo.
.
Vários modelos de fórcipes se sucederam, desenvolvidos por Voltolini (~1860), Semeleder e Stoerk (1866), Bevan e Waldenburg (1868).

Durante a era da endoscopia rígida dois obstáculos logo se apresentaram : o trato gastro-intestinal é escuro e não linear.

Endoscópios Semi-Flexível

A primeira esofagoscopia como a conhecemos hoje, isto é, a passagem de um tubo com iluminação para o esôfago, foi realizada pelo Professor Kussmaul de Freiburg em 1868. Ele utilizou o cistoscópio desenvolvido por Désormeaux em Paris, tendo aumentado o comprimento deste.

Os primeiros exames foram realizados em um engolidor de espada, e apesar deste ter tolerado bem o exame o resultado foi frustrante pois a iluminação era muito fraca.

Com a introdução da lâmpada elétrica de Edison (1878) a endoscopia evoluiu rapidamente.

Fonte de Luz

Um dos primeiros instrumentos a incorporar uma iluminação distal foi desenvolvido por Mikulicz ainda no século XIX. Os primeiros 30 anos do século XX foram marcados por aprimoramentos na forma do tubo, na articulação das lentes e na iluminação.

A endoscopia semi-flexível evoluiu com o trabalho conjunto de Georg Wolf (um fabricante de instrumentos de Berlin) e Rudolph Schindler, apresentado em 1932.

O endoscópio podia ser parcialmente flexionado na introdução, mas uma vez no estômago precisava ser retificado para acomodar as 50 ou mais lentes empregadas. Sua iluminação era fornecida por uma lâmpada de tungstênio alojada na extremidade distal do aparelho, sendo que a maior parte da energia luminosa era perdida ao percorrer suas diversas lentes. Esforços para aumentar o rendimento luminoso da lâmpada levaram à uma maior produção de calor e consequentemente a queimaduras gástricas.

O sistema endoscópio alemão de então demandava um bom treino para seu manuseio, assim como um bom assistente e uma anatomia favorável. Mesmo assim o estudo da mucosa gástrica era restrito (áreas cegas), o duodeno não era atingido, a documentação fotográfica não era possível, e a realização de biópsias só foi implementada em uma modificação posterior.

A fibroscopia óptica foi apresentada por dois artigos da Revista Nature de Janeiro de 1954. A partir destes trabalhos de Hopkins e Van Heel, o Professor Basil Hirschowitz (juntamente com Curtiss e Peters) da Universidade de Michigan iniciou o desenvolvimento do gastrofibroscópio.

Gastrofibroscópio

Em 1957 estava pronto um protótipo, o qual foi utilizado pelo Dr. Hirschowitz para estudar seu próprio estômago. Pouco depois realizou o primeiro exame em um paciente, sendo o aparelho descrito ainda em 1957 em um artigo da University of Michigan Medical Bulletin. O projeto foi aprimorado e comercialmente implantado pela American Cystoscope Makers, Inc. (ACMI, New York), sendo que o primeiro aparelho foi lançado no outono de 1960. O primeiro trabalho reportando o uso clínico deste novo e revolucionário endoscópio saiu na Revista Lancet de Agosto de 1963.

Fabricantes de Endoscópios Japoneses - A evolução

Era um instrumento muito diferente daquele que hoje dispõem milhares de serviços de endoscopia digestiva pelo mundo. Inúmeros aperfeiçoamentos foram somados ao longo dos anos, muitos deles pela indústria japonesa (Olympus, Machida, Pentax, Fujinon), que até pouco tempo dominaram o mercado.

Só agora, anos últimos 10 anos, é que os aparelhos de endoscopia Huger e outros chineses fabricantes de endoscópios rígidos tornaram-se conhecidos da classe médico, sendo frequentes em Feiras, como a Hospitalar 2018.

Praticamente ⅓ do espaço destinado à vídeo cirurgia era ocupado por estandes de fabricantes de óticas, pinças e acessórios Made in China.

Aparelho Olympus EF tipo B - A revolução

Boyle e Smith com o CCD em 1969 e Olympus mostrando exame em 4K em telas enormes, maiores que as televisões que usamos em casa

Neste contexto, o ano de 1970 é tido como um marco da fibroscopia moderna. Foi o ano do lançamento do modelo Olympus EF tipo B - longo o bastante para atingir o duodeno e com dois comandos para movimentar a extremidade flexível, o que possibilitou pela primeira vez a realização de biópsias dirigidas.

A endoscopia eletrônica nasceu nos Laboratórios Bell da AT&T, onde em 1969 Boyle e Smith inventaram o CCD (charge-coupled semiconductor device). A eletrônica que vai à TV é a mesma que viaja ao escuridão de nossas cavidades.

Somente 10 anos após engenheiros da Welch Allyn conceberam o primeiro endoscópio eletrônico. Este aparelho foi apresentado à comunidade médica mundial em 1986, durante o Congresso Asiático Pacífico de Endoscopia.

Entretanto sua aceitação não foi unânime pois era muito calibroso e de difícil manejo. Logo após a empresa Olympus apresentou um endoscópio flexível mais fino e de fácil manejo, e o novo equipamento passou a substituir os fibroscópios em todo o mundo.

Estes aparelhos apresentam luzes sensitivas eletrônicas, têm aproximadamente 32.000 unidades de luzes sensitivas que transmitem um sinal eletrônico para um processador de vídeo e o direcionam para um monitor de TV (com cerca de 500.000 pontos de imagem).

Vantagens do Endoscópio com Fonte Luz

> Melhor imagem
> Facilidade de documentação (vídeo e fotos)
> Melhor postura do endoscopista com menor risco de contaminação por secreções
> Maior facilidade para o ensino em grupo.

No vídeo abaixo, um técnico desmonta e mostra como é internamente um endoscópio atual, no caso, um da marca Olympus.

 

Aparelhos para Endoscopia alta e baixa

Os aparelhos de endoscopia clínicos servem para diagnóstico da mucosa de todo o trato gastrointestinal dos seres humanos e também em animais, daí o termo e endoscópio veterinário , que, de fato, é o mesmo aparelho de endoscopia usado em pessoas. É com este equipamento que os médicos especialistas diagnosticam e fazem tratamento terapêutico das doenças gastrointestinais.

Tipos de endoscópios flexíveis por aplicação clínica

Fibroscópcios

Gastroscópios

Colonoscópios

Broncoscópios

Nasoendoscópios

Duodenoscópios

Enteroscópios

Fibroscópio

São os primeiros equipamentos de endoscopia alta e endoscopia baixa que foram lançados no mundo. São endoscópios flexíveis com visualização direta do médico através de sua lente, ou então interação com micro câmeras.

Videoendoscópio

Trata-se da evolução da endoscopia flexível. Os videoendoscópios usam placas eletrônicas e câmera integrada que devem ser utilizados junto com vídeo processadoras que através de tratamento de luz, controle de contraste, conseguem trazer uma maior profundidade de campo e resolução nos procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Estrutura dos Endoscópios Flexíveis

Os endoscópios flexíveis à venda atualmente tem uma estrutura mecânica bastante fina e eletrônica através de captação de imagem via CCD (uma minúscula câmera na ponta) de altíssima definição para correta avaliação da mucosa em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). Basicamente a estrutura do endoscópio flexível é formada por tubo de inserção, tubo conector, canal de biópsia, canal de água e ar, manopla e ponta flexível.

Magnificação

Com a evolução da tecnologia, hoje já é possível ganhar um aumento da imagem de centenas de vezes em relação o tamanho real de uma lesão, com a magnificação ótica, (ou zoom ótico) nos endoscópios e colonoscópios eletrônicos

Tubo de inserção

É o tubo que é inserido no paciente, seja através da boca (na endoscopia alta) ou através do ânus (na endoscopia baixa, também conhecida como colonoscopia).

Tubo conector

É o tubo que se liga ao corpo do endoscópio flexível, sustentando suas principais estruturas de fibras e cabeamentos, levando e distribuindo luz e informações ao longo do equipamento.

Canal de biópsia

Esse canal é usado para realizar punções através de uso de pinça de biopsia durante o exame de endoscopia alta e/ou endoscopia baixa – colonoscopia.

Canal de água e ar

Utilizado para irrigações do endoscópio flexível, limpeza da lente frontal, jato de água e ar durante procedimentos de endoscopia para limpar a mucosa e obter uma melhor visualização.

Manopla

Utilizada em quatro posições para movimento da ponta do endoscópio: up (movimento acima), down (movimento abaixo), right (movimento para a direita) e left (movimento para a esquerda).

Ponta flexível

Movimentada através da manopla para que o médico possa visualizar o desejado em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa. Fica totalmente inserida no paciente nos segmentos gastro e colono.

Categorias

Fontes de Luz

Enteroscópio

Pentax

VSB-3430K

Olympus

SIF-100

Sigmoidoscópio

Fabricantes

Citoscópio

Pentax

ECY-1530

Esofagoscópio

Olympus

EE-1540

EE-1580

Nasoscópio

Olympus

VNL-1130

Guia de Compra Sistema Endoscopia CV-160

O foco da Processadora Olympus CV-160 é médico que dispõe de pouco espaço para realização de endoscopias, daí ter reduzido em 35% o tamanho em relação à à processadora Olympus CV-140. A engenharia ergonômica visou o mesmo objetivo, o chamado design user friendly.

Transferência de imagens endoscópicas:

A Vídeo Processadora Olympus CV-160 vem com um terminal que possibilidade de transferência direta de imagens para o PC, através de software dedicado, fornecido pela própria fabricante.

 vantagem principal da Olympus CV-160 é a qualidade da imagem em determinados procedimentos, como as colonoscopias e a facilidade de manuseio dos gastroscópios, colonoscópios e demais endoscópios, tanto que muitos artigos científicos que podem ser pesquisados no Google Acadêmico têm o sistema Olympus CV-160 como aparelho de endoscopia protagonista do caso clínico. Informalmente, gastroenterologistas citam a preferência pelo fabricante Olympus como critério primeiro de escolha de seus endoscópios. O design friendly, ergonômico, também é citado pelos clínicos como critério positivo.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. Vão de uma EPX a outra. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

EPX-2200 versus aparelhos de endoscopia de fabricantes chineses

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante à processadora Fujinon EPX-2200 é a vantagem oferecida pelos representantes Huger e demais fabricantes aos médicos. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado. Diga-se que os fabricantes de endoscopia da China aportaram há poucos anos ano. É questão aberta, que só o tempo dirá. No mercado de imagens, há o exemplo da Mindray, marca chinesa que já abocanha boa parte dos aparelhos de ultrassonografia do mercado brasileiro. Seu atrativo maior: o preço.

Gastroscópio

GIF-100

GIF-130

GIF-140

GIF-160

GIF-1T100

GIF-1T130

GIF-1T140

GIF-1T160

GIF-1TQ140Y

GIF-1TQ160

GIF-2T100

GIF-2T160

GIF-E

GIF-E3

GIF-H180

GIF-N180

GIF-P140

GIF-Q140

GIF-Q145

GIF-Q160

GIF-Q160Z

GIF-Q165

GIF-Q180

GIF-V

GIF-V2

GIF-XP160

GIF-XPE

GIF-XQ140

GIF-XTQ160

Colonoscópio

CF-100Hi

CF-100HL

CF-100i

CF-100Ti

CF-100TL

CF-130i

CF-130L

CF-140i

CF-140L

CF-1T100i

CF-1T100L

CF-1T140i

CF-1T140L

CF-2T140

CF-2T160i

CF-2T160L

CF-H180Ai

CF-H180AL

CF-Q140i

CF-Q140L

CF-Q145i

CF-Q145L

CF-Q160Ai

CF-Q160AL

CF-Q160Di

CF-Q160DL

CF-Q160i

CF-Q160L

CF-Q160Zi

CF-Q160ZL

CF-Q165i

CF-Q165L

CF-Q180Ai

CF-Q180AL

CF-Vi

CF-VL

PCF-100

PCF-130i

PCF-130L

PCF-140i

PCF-140L

PCF-160Ai

PCF-160AL

Broncoscópio

BF-160

BF-1T160

BF-3C160

BF-MP160F

BF-P160

BF-Q180-AC

BF-XP160F

BF-XT160

Duodenoscópio

JF-100

JF-130

JF-140F

JF-140R

JF-V2

PJF-160

TJF-100

TJF-130

TJF-140F

TJF-140R

TJF-145

TJF-160F

TJF-160R

TJF-160VF

Enteroscópio

SIF-100

SIF-100L

SIF-Q140

Sigmoidoscópio

CF-100S

CF-130S

CF-140S

CF-P20S

CF-Q160S

Set Up Básico do Sistema Olympus CV-160:

> Gastroscópio GIF-160,
> Colonoscópio CF-Q160,
> Fonte de Luz CLV-160
> Vídeo processadora CV-160

> Saída de Vídeo: VBS composto, Y/C, RGB, inclusive de forma simultânea
> Ajuste do branco: botão frontal no painel que regula automaticamente os tons de branco
> Padrão saída de cor: ajustável digitalmente através do "Color Bar" no teclado
> Porta de Comunicação Digital: Ethernet (100 BASE-TX)
> Controle de ganho automático de imagem: é possível ampliar eletronicamente a imagem quando a luz é inadequada na videoscopia distal
> Ajuste dos tons de cor: CHROMA Control
> Saída do monitor: comporta tanto o endoscópio como também equipamentos auxliliares
> Peso: 6 Kg

Guia  Inicial de Compra Aparelhos de Endoscopia

1 > Defina o modelo e a fabricante do aparelho de endoscopia que deseja comprar

2 > Verifique se o fornecedor do aparelho de endoscopia à venda consegue oferecer uma ampla gama de serviços, consultoria na melhor escolha do equipamento, detalhes técnicos, manutenção de endoscópios e vídeo processadoras preventiva e corretiva etc.

3 > Verifique a REPUTAÇÃO DO FORNECEDOR via Reclame Aqui, referências de outros médicos que também compraram, garantias, endereço do fornecedor. Desconfie, e muito, de ofertas muito abaixo dos concorrentes sérios. As placas internas do aparelho, conexões, fibras, transformes podem ser de baixa qualidade.

4 > Opte sempre por equipamentos de endoscopia usados ou novos à venda de alta qualidade

5 > Analise o preço do aparelho de endoscopia, compare cotações

6 > O valor do aparelho de endoscopia deve ser considerado num todo, na relação custo benefício

7 > Faça sua aquisição com base no preço dos endoscópios, do sistema de endoscopia completo, garantia e prazos de pagamento

8 > Não esqueça de itens essenciais, como armários e pistolas de limpeza de endoscópios em conformidade com a RDC da Anvisa

Os sistemas de endoscopia flexível, sejam para endoscopia alta, endoscopia baixa (colonoscopia) e/ou duodenoscopia são basicamente iguais entre si, falando-se das marcas e modelos correntes, tendo em vista que a única diferença é o preço do aparelho de endoscopia e a preferência do médico pelo fabricante Fujinon, Pentax ou Olympus. As três marcas disputam, inclusive, o mercado de equipamentos endoscopia digital, como por exemplo, o EPK-i Pentax.

Exemplo: O sistema de endoscopia Pentax com vídeo processadora EPK-1000 + vídeo gastroscópio EG-2970K + vídeocolonoscópio EC-3872LK tem o mesmo desempenho em termos de exames (endoscopia alta e endoscopia baixa “colonoscopia”) que o sistema de endoscopia Olympus composto por vídeo processadora CV-160, fonte de luz CLV-160, vídeo gastroscópio GIF-Q160 e vídeo colonoscópio CF-Q160L0 .

Também é verídico dizer que o sistema de endoscopia Fujinon composto por vídeo processadora EPX-2200, vídeo gastroscópio EG-250WR5 e vídeo colonoscópio EC-250HL5 se equivale aos outros dois sistemas descritos acima, sendo esses três, basicamente os líderes de mercado e de uso nas clínicas de endoscopia alta e endoscopia baixa.

Fujinon EPX-2200 versus Pentax EPK-1000

A Pentax EPK-1000 é a maior concorrente da EPX-22000 tanto no em mercado de sistemas de endoscopia usados quanto novos. Comercialmente, a EPX-2220 da Fujinon é muito aceita no serviço público e entre médicos que já trabalhavam com equipamentos de vídeo endoscopia da FujiFilm. Vão de uma EPX a outra. A Pentax EPK-1000 leva vantagem na preferência de médicos novos e alguns vendedores consideram este modelo Pentax como o "Fusca" da endoscopia, alusão ao carro da VW que fazia tudo e nunca quebrava.
No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Sistema Fujinon EPX-2200 versus Aparelho Olympus Evis Exera CV-160

O preço do sistema de vídeo endoscópio Fujinon EPX-2200 é o grande diferencial em relação vídeo endoscópio CV-160. Embora as tecnologias se equivalham, o valor do aparelho EPX-2200 Fujinon usado chega a ser 30% menor que o concorrente CV-160 Olympus.

EPX-2200 versus aparelhos de endoscopia de fabricantes chineses

O preço dos vídeos endoscópios chineses de faixa de aplicação semelhante à processadora Fujinon EPX-2200 é a vantagem oferecida pelos representantes Huger e demais fabricantes aos médicos. Com relação à qualidade do equipamento, as marcas japoneses continuam na preferência dos gastroenterologistas. EPX-2200, EPK-100, CV-160 e demais sistemas Pentax, Olympus e Fujinon ainda detém 90% do mercado. Diga-se que os fabricantes de endoscopia da China aportaram há poucos anos ano. É questão aberta, que só o tempo dirá. No mercado de imagens, há o exemplo da Mindray, marca chinesa que já abocanha boa parte dos aparelhos de ultrassonografia do mercado brasileiro. Seu atrativo maior: o preço.

Limpeza dos equipamentos eletrônicos por técnico habilidade

Desobstrução dos canais com ferramentas e técnicas referenciadas pelo fabricante

Completa revisão e limpeza dos tubos e canais endoscópios

Troca dos anéis de vedação, válvulas e recipientes de água

Auditoria e Reparação (se necessário) das Micro Câmeras CCD´s

Auditoria e Reparação(se necessário) de processadoras de imagem

Auditoria e Recondicionamento (se necessário) da ponta flexível

Auditoria e Reparação(se necessário) do sistema de angulação

A história da endoscopia é o casamento da técnica não médica com a medicina. A maior parte dos avançados vieram pela incorporação de tecnologia presentes em outras áreas. Dos artesãos aos processadoras de imagem em ultra alta definição.

Primeiras Sondas Endoscópicas Usadas por Médicos

Desde das primeiras obstruções esofágicas, o homem primitivo buscou aparelhos para retirada de corpos estranhos no aparelho gastrointestinal. Sem lente, o vidro seria descoberto milhares de anos depois, nossos antepassados provavelmente utilizaram pinças endoscópicas para salvar seus pares.

O objetivo era encaminhar o corpo estranho ao natural percurso, esôfago abaixo.

Fabricius de Aquapendente e Ambroise Paré, no século XVI, utilizaram velas de cera, tubos feitos de couro, varetas de salgueiro revestidas com intestino e até penas de cisne. Paré é o pai de medicina de guerra e revolucionou a traumatologia.

Estas sondas evoluíram com o tempo, passando da ogiva de chumbo (século XVII) às pinças em formatos curvos ou em guarda-chuva (século XIX). A morte era comum, como em toda medicina intervencionista pré Pasteur e antibióticos.

Vídeo Endoscópio Usado Atualmente: 200 anos de evolução

O aparelho utilizado atualmente para estudo do trato gastro-intestinal (o vídeo-endoscópio) é fruto de quase 200 anos de evolução tecnológica.

As quatro fases dos aparelhos de endoscopia

> Endoscopia rígida (1809 – 1932)
> Endoscopia semiflexível (1932 – 1958)
> Endoscopia com fibras ópticas (1958 – 1981)
> Endoscopia eletrônica (1981 – presente)

De Bozzini à Endoscopia Digital

Historiadores médicos apontam Bozzini (1809) como o primeiro a considerar a possibilidade de um exame endoscópico do esôfago. Utilizando um espelho na garganta, é provável que ele não tenha visto nada além do esfíncter cricofaríngeo.
.
Vários modelos de fórcipes se sucederam, desenvolvidos por Voltolini (~1860), Semeleder e Stoerk (1866), Bevan e Waldenburg (1868).

Durante a era da endoscopia rígida dois obstáculos logo se apresentaram : o trato gastro-intestinal é escuro e não linear.

Endoscópios Semi-Flexível

A primeira esofagoscopia como a conhecemos hoje, isto é, a passagem de um tubo com iluminação para o esôfago, foi realizada pelo Professor Kussmaul de Freiburg em 1868. Ele utilizou o cistoscópio desenvolvido por Désormeaux em Paris, tendo aumentado o comprimento deste.

Os primeiros exames foram realizados em um engolidor de espada, e apesar deste ter tolerado bem o exame o resultado foi frustrante pois a iluminação era muito fraca.

Com a introdução da lâmpada elétrica de Edison (1878) a endoscopia evoluiu rapidamente.

Fonte de Luz

Um dos primeiros instrumentos a incorporar uma iluminação distal foi desenvolvido por Mikulicz ainda no século XIX. Os primeiros 30 anos do século XX foram marcados por aprimoramentos na forma do tubo, na articulação das lentes e na iluminação.

A endoscopia semi-flexível evoluiu com o trabalho conjunto de Georg Wolf (um fabricante de instrumentos de Berlin) e Rudolph Schindler, apresentado em 1932.

O endoscópio podia ser parcialmente flexionado na introdução, mas uma vez no estômago precisava ser retificado para acomodar as 50 ou mais lentes empregadas. Sua iluminação era fornecida por uma lâmpada de tungstênio alojada na extremidade distal do aparelho, sendo que a maior parte da energia luminosa era perdida ao percorrer suas diversas lentes. Esforços para aumentar o rendimento luminoso da lâmpada levaram à uma maior produção de calor e consequentemente a queimaduras gástricas.

O sistema endoscópio alemão de então demandava um bom treino para seu manuseio, assim como um bom assistente e uma anatomia favorável. Mesmo assim o estudo da mucosa gástrica era restrito (áreas cegas), o duodeno não era atingido, a documentação fotográfica não era possível, e a realização de biópsias só foi implementada em uma modificação posterior.

A fibroscopia óptica foi apresentada por dois artigos da Revista Nature de Janeiro de 1954. A partir destes trabalhos de Hopkins e Van Heel, o Professor Basil Hirschowitz (juntamente com Curtiss e Peters) da Universidade de Michigan iniciou o desenvolvimento do gastrofibroscópio.

Gastrofibroscópio

Em 1957 estava pronto um protótipo, o qual foi utilizado pelo Dr. Hirschowitz para estudar seu próprio estômago. Pouco depois realizou o primeiro exame em um paciente, sendo o aparelho descrito ainda em 1957 em um artigo da University of Michigan Medical Bulletin. O projeto foi aprimorado e comercialmente implantado pela American Cystoscope Makers, Inc. (ACMI, New York), sendo que o primeiro aparelho foi lançado no outono de 1960. O primeiro trabalho reportando o uso clínico deste novo e revolucionário endoscópio saiu na Revista Lancet de Agosto de 1963.

Fabricantes de Endoscópios Japoneses - A evolução

Era um instrumento muito diferente daquele que hoje dispõem milhares de serviços de endoscopia digestiva pelo mundo. Inúmeros aperfeiçoamentos foram somados ao longo dos anos, muitos deles pela indústria japonesa (Olympus, Machida, Pentax, Fujinon), que até pouco tempo dominaram o mercado.

Só agora, anos últimos 10 anos, é que os aparelhos de endoscopia Huger e outros chineses fabricantes de endoscópios rígidos tornaram-se conhecidos da classe médico, sendo frequentes em Feiras, como a Hospitalar 2018.

Praticamente ⅓ do espaço destinado à vídeo cirurgia era ocupado por estandes de fabricantes de óticas, pinças e acessórios Made in China.

Aparelho Olympus EF tipo B - A revolução

Boyle e Smith com o CCD em 1969 e Olympus mostrando exame em 4K em telas enormes, maiores que as televisões que usamos em casa

Neste contexto, o ano de 1970 é tido como um marco da fibroscopia moderna. Foi o ano do lançamento do modelo Olympus EF tipo B - longo o bastante para atingir o duodeno e com dois comandos para movimentar a extremidade flexível, o que possibilitou pela primeira vez a realização de biópsias dirigidas.

A endoscopia eletrônica nasceu nos Laboratórios Bell da AT&T, onde em 1969 Boyle e Smith inventaram o CCD (charge-coupled semiconductor device). A eletrônica que vai à TV é a mesma que viaja ao escuridão de nossas cavidades.

Somente 10 anos após engenheiros da Welch Allyn conceberam o primeiro endoscópio eletrônico. Este aparelho foi apresentado à comunidade médica mundial em 1986, durante o Congresso Asiático Pacífico de Endoscopia.

Entretanto sua aceitação não foi unânime pois era muito calibroso e de difícil manejo. Logo após a empresa Olympus apresentou um endoscópio flexível mais fino e de fácil manejo, e o novo equipamento passou a substituir os fibroscópios em todo o mundo.

Estes aparelhos apresentam luzes sensitivas eletrônicas, têm aproximadamente 32.000 unidades de luzes sensitivas que transmitem um sinal eletrônico para um processador de vídeo e o direcionam para um monitor de TV (com cerca de 500.000 pontos de imagem).

Vantagens do Endoscópio com Fonte Luz

> Melhor imagem
> Facilidade de documentação (vídeo e fotos)
> Melhor postura do endoscopista com menor risco de contaminação por secreções
> Maior facilidade para o ensino em grupo.

No vídeo abaixo, um técnico desmonta e mostra como é internamente um endoscópio atual, no caso, um da marca Olympus.

 

Aparelhos para Endoscopia alta e baixa

Os aparelhos de endoscopia clínicos servem para diagnóstico da mucosa de todo o trato gastrointestinal dos seres humanos e também em animais, daí o termo e endoscópio veterinário , que, de fato, é o mesmo aparelho de endoscopia usado em pessoas. É com este equipamento que os médicos especialistas diagnosticam e fazem tratamento terapêutico das doenças gastrointestinais.

Tipos de endoscópios flexíveis por aplicação clínica

Fibroscópcios

Gastroscópios

Colonoscópios

Broncoscópios

Nasoendoscópios

Duodenoscópios

Enteroscópios

Fibroscópio

São os primeiros equipamentos de endoscopia alta e endoscopia baixa que foram lançados no mundo. São endoscópios flexíveis com visualização direta do médico através de sua lente, ou então interação com micro câmeras.

Videoendoscópio

Trata-se da evolução da endoscopia flexível. Os videoendoscópios usam placas eletrônicas e câmera integrada que devem ser utilizados junto com vídeo processadoras que através de tratamento de luz, controle de contraste, conseguem trazer uma maior profundidade de campo e resolução nos procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). No que se refere às imagens endoscópicas, a vídeo processadora EPX-2200 usada em conjunto com os endoscópios Fujinon tecnologia G5 produz qualidade de imagem em tela cheia superior à EPK-1000.

Estrutura dos Endoscópios Flexíveis

Os endoscópios flexíveis à venda atualmente tem uma estrutura mecânica bastante fina e eletrônica através de captação de imagem via CCD (uma minúscula câmera na ponta) de altíssima definição para correta avaliação da mucosa em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa (colonoscopia). Basicamente a estrutura do endoscópio flexível é formada por tubo de inserção, tubo conector, canal de biópsia, canal de água e ar, manopla e ponta flexível.

Magnificação

Com a evolução da tecnologia, hoje já é possível ganhar um aumento da imagem de centenas de vezes em relação o tamanho real de uma lesão, com a magnificação ótica, (ou zoom ótico) nos endoscópios e colonoscópios eletrônicos

Tubo de inserção

É o tubo que é inserido no paciente, seja através da boca (na endoscopia alta) ou através do ânus (na endoscopia baixa, também conhecida como colonoscopia).

Tubo conector

É o tubo que se liga ao corpo do endoscópio flexível, sustentando suas principais estruturas de fibras e cabeamentos, levando e distribuindo luz e informações ao longo do equipamento.

Canal de biópsia

Esse canal é usado para realizar punções através de uso de pinça de biopsia durante o exame de endoscopia alta e/ou endoscopia baixa – colonoscopia.

Canal de água e ar

Utilizado para irrigações do endoscópio flexível, limpeza da lente frontal, jato de água e ar durante procedimentos de endoscopia para limpar a mucosa e obter uma melhor visualização.

Manopla

Utilizada em quatro posições para movimento da ponta do endoscópio: up (movimento acima), down (movimento abaixo), right (movimento para a direita) e left (movimento para a esquerda).

Ponta flexível

Movimentada através da manopla para que o médico possa visualizar o desejado em procedimentos de endoscopia alta e endoscopia baixa. Fica totalmente inserida no paciente nos segmentos gastro e colono.

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